Sobre o Ricardo Lengruber

Curriculum

Ricardo Lengruber Lobosco é formado em Teologia pelo Instituto Metodista Bennett (1995), e em História pela Faculdade de Filosofia Santa Dorotéia (1998).
 
É Especializado em Teologia e Ministério pelo McCormick Theological Seminary (1998) e em Administração Escolar pela UCAM (2011).
 
É Mestre (2002) e Doutor (2007) em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

 

É pastor na Igreja Metodista, onde atuou como presbítero ativo nomeado em igrejas na região metropolitana do Rio e no interior do estado. É, desde 2000, docente do Seminário Metodista César Dacorso Filho, onde leciona disciplinas de Exegese e Teologia do Antigo Testamento.

 

É professor na Universidade Cândido Mendes (Nova Friburgo), onde leciona disciplinas propedêuticas (Filosofia, Filosofia do Direito, Ética e Teoria da Justiça).
 
Além disso, atua na direção do Educandário Miosótis em Nova Friburgo. E é coordenador do Polo da Universidade Metodista de São Paulo em Nova Friburgo.
 
Atuou no Centro Universitário Metodista do Rio (Bennett), na Faculdade de Filosofia Santa Dorotéia, na Universidade Metodista de São Paulo e na Universidade Estácio de Sá. 
 
Foi Secretário Municipal de Educação e Subsecretário Geral de Governo em Nova Friburgo. Atua no Conselho Municipal de Educação de Nova Friburgo; no CONSEG, Conselho de Segurança; e no CODENF, Conselho de Desenvolvimento de Nova Friburgo.
 
Foi presidente da Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica - ABIB - e é membro da Academia Friburguense de Letras. 
 
Tem diversos artigos e livros publicados nas áreas de Educação, Políticas Públicas e Religião.

Depoimentos

Rubem Alves - Psicanalista, Educador, Teólogo e Escritor
prefácio "A Escola em que (des) acredito."

     O vidente do livro de Apocalipse sabia que os livros devem ser comidos. Aprendeu isso de um anjo que, ao lhe dar um livrinho, ordenou-lhe comê-lo. Mesmo sem ser anjo eu quero convidar você a comer esse livrinho, preparado pelo Ricardo Lengruber Lobosco. Eu já o provei e aprovei. E quero que você tenha o mesmo prazer que eu tive. Tudo o que é inteligente tem gosto bom.

É escrito num estilo leve, claro, flui sem tropeções, digestão fácil. Não é preciso fazer força para entender. Até mesmo quando a gente não concorda com a ideia do autor. Mas não concorda por razões claras, o que faz bem à inteligência.

O ato de ler, em si mesmo, pode emburrecer. Aprendi isso lendo Schopenhauer, num curto texto sobre o ler e o escrever. Ele chama a atenção do leitor para o fato de que, para ler um livro, é preciso parar de pensar os próprios pensamentos. É preciso que os pensamentos que a gente pensa sejam calados para que se possa ouvir os pensamentos do escritor. A leitura se inicia, assim, com um ato de alienação: voluntariamente o leitor se coloca fora do mundo que lhe é familiar e se aventura a entrar num mundo diferente.

No livro de Thomas Mann José do Egito se encontra essa passagem genial. José havia sido vendido pelos seus irmãos a um mercador que se dirigia ao Egito. E como o mercador frequentemente não entendia as suas idéias, José resolveu explicar-lhe o que estava acontecendo por meio de uma imagem:

“Tu estás a não mais que um metro distante de mim. E, no entanto, ao teu redor gira um universo do qual o centro és tu e não eu. E ao meu redor gira um universo do qual o centro sou eu e não tu.”

Quando o livro que se lê é um livro do mundo que nos é familiar, a leitura é fácil e pode ser prazerosa. Mas não acrescenta nada. O lido é o já sabido. Mas quando o livro é de um outro mundo diferente do da gente, aí a leitura pode ficar difícil como escalar uma montanha. Mas não há alternativa: se o leitor deseja entrar no mundo do livro ele deve esquecer-se do mundo em que habita e aventurar-se por mundo desconhecido.

Se você não entendeu o que escrevi, leia Guimarães Rosa, Manoel de Barros, Gabriel Garcia Marques, Mia Couto: todos eles são seres de outros mundos.

Aí Schopenhauer adverte: segue-se que os ratos de biblioteca, aqueles que gastam todo o seu tempo lendo os pensamentos dos outros, acabam de perder a capacidade de pensar os seus próprios pensamentos. Tornam-se “citadores”, “repetidores” dos pensamentos dos outros. E ele acrescenta que conhecia muitas pessoas que haviam se emburrecido pela indigestão excessiva de livros.

O segundo momento da leitura é quando o leitor, havendo entrado no universo dos pensamentos do autor do livro, volta para o seu próprio universo para digerir o mundo estranho por onde viajou, a fim de “assimila-lo” isto é, fazê-lo semelhante a si, fazê-lo seu.

Assim, se você, ao ler esse livro, tiver a sensação de que se trata de um prato de jiló cozido amargo, não recuse. Coma até o fim. Trata-se de uma iguaria de um outro mundo que você desconhece, ótimo para ser transformado em patezinho e servido com caviar sobre torradas.

Mas o que mais me alegrou ao ler os canapés preparados pelo Ricardo Lengruber Lobosco foi descobrir que somos “conspiradores”. “Conspiradores” são pessoas que respiram o mesmo ar: “com” e “inspirar”. Em nossas cozinhas literárias se sentem os mesmos cheiros, se encontram os mesmos temperos, as mesmas pimentas, os mesmos ingredientes e se preparam as mesmas iguarias.

Esse livro é apenas um aperitivo. Gostaria que você o degustasse. Mas vagarosamente, para que você possa sentir o seu gosto. Quem sabe você se tornará um conspirador ou conspiradora também?

Ricardo Labuto Gondim - Escritor

     Em um tempo de precipitações e juízos instantâneos, em que a emoção prevalece sobre o pensamento, Ricardo Lengruber é um raciocinador lógico e reflexivo. Lengruber recusa o lugar comum, a armadilha do óbvio aparente, ponderando as complexidades e conexões de qualquer tema. As análises extrapolam as noções de integridade e honestidade intelectual porque seu humanismo é uma expressão do ideal de justiça. Em oposição à corrente anti-intelectualista e irracionalista, Ricardo Lengruber aborda os assuntos mais complexos pela expressão mais simples, dissimulando o lastro de autêntica erudição. Seus textos conduzem à conciliação entre o humano e o político em uma sociedade dispersa e dividida.

Hamilton Werneck - Autor, Educador, Conferencista, Palestrante e Assessor Pedagógico.
prefácio "Divagações, sobre isso e aquilo (no prelo)"

     espaço literário oferecido por um livro é um território para o exercício da liberdade. Livre para pensar e para escrever, o autor pode divagar como quiser. Isto, Ricardo Lengruber, um multiprofissional sabe fazer muito bem. Pastor, teólogo, filósofo, professor, escritor e administrador além de expert em comunicação, ele está perfeitamente adequado ao estágio quinquenário da economia e sociedade, ou seja, o âmbito dos experts.

Em “Divagações” ele se permite questionar desde a educação até a teologia, perpassando por algumas religiões tradicionais, sem perder contato com o contexto, onde educação e religião podem ser percebidas, vivenciadas e questionadas.

Um autor quando escreve e publica, afirma que não é mais dono do que escreveu. O leitor é que se apropria do texto, podendo aceitá-lo ou questioná-lo.

“Divagações” é um texto inquieto da primeira à última página, não deixando nada em seu lugar. Dá a impressão de que houve uma reviravolta na biblioteca e nos conceitos pessoais. Quem espera, portanto, uma leitura geradora de quietismo não deve passar do prefácio. Li toda a obra e me inquietei.

Impossível ler sem questionar o autor, refletir sem retornar às páginas anteriores para assegurar-se de alguma expressão ou comparação.

Ricardo Lobosco ao brindar os leitores quer, apenas, divagar sobre assuntos do cotidiano, num mundo consumista, agnóstico e em fase de grandes transformações. Tendo sofrido na própria pele as agruras de catástrofes climáticas que se abateram sobre Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro, no verão de 2011, acarretando problemas para o empreendimento educacional familiar que administra, consegue reunir elementos de dentro e de fora da escola e das Igrejas. O mesmo que se pode dizer de sua atuação à frente da Secretaria de Educação do município, em 2012.

Se o cristianismo não foi o mesmo depois das teses pregadas por Martinho Lutero na porta da igreja de Wittemberg, fazendo eclodir um movimento sem precedentes, este livro poderá levá-lo a pensar em múltiplas possibilidades diante da vida, da sociedade e da religião e as diferenças poderão, quem sabe, ser notadas na mente do leitor.

Edson Fernando - Teólogo, Pastor, Professor Universitário e Escritor
apresentação "Jardinagens Teológicas"

     Ricardo Lengruber é daqueles amigos mais chegados que um irmão.

A clareza e luminosidade de seus escritos são o reflexo de uma alma compassiva e generosa, que parece ser maior que seu corpo de quase um metro e noventa de altura.

Desde os primeiros contatos nos corredores da teologia do Bennett, ouvir Ricardo passou a ser daqueles pequenos e bons prazeres que esta vida nos proporciona. Gosto da forma como Ricardo se coloca diante das grandes questões, sejam elas do campo teológico, político ou educacional. Mesmo quando discordo de seus pressupostos, me sinto arrastado pelos seus argumentos, dada sobretudo a clareza e limpidez de seu raciocínio.

A fala mansa e segura ilumina quaisquer porões de obscuridades. Se sua palavra nos conduz ao lusco fusco da duvida, isso se dá pela natureza dos assuntos tratados, jamais pela forma da sua linguagem. Nada há de empolado e complicado em seus escritos, o que faz ressaltar sua luminosidade, dado que as temáticas preferidas do jovem teólogo e pastor metodista nada têm de simplórias ou amarradas à opinião comum.

Entretanto, o que mais me encanta neste jovem ministro do evangelho, que, além das lides teológicas, vem impressionando pela sua incursão no campo educacional, fazendo história na cidade de Friburgo colaborando à frente de uma escola, é o seu bom humor. Ricardo é doutor neste quesito. O humor é tempero não só de seus escritos, mas de sua própria vida. E não me refiro aqui às estórias engraçadas que Ricardo saca da manga sempre que o ritmo da conversa vai ficando amarrado por mentiras ou verdades desprovidas de bondade. Ricardo nos comunica um bom humor pelo seu estilo de vida, que é tão explicito na leveza como convive com seus queridos. Confesso que me enche a alma de alegria esse jeito descomplicado, despojado e simples de viver, que é a vida de Ricardo, que em tudo lembra a dádiva da Graça, essa espinha dorsal da fé que professamos no Deus de Jesus.

Dib Curi - Editor do Jornal Fórum Século XXI
posfácio "A Escola em que (des)acredito"

     Ricardo Lengruber é daqueles amigos mais chegados que um irmão.

A clareza e luminosidade de seus escritos são o reflexo de uma alma compassiva e generosa, que parece ser maior que seu corpo de quase um metro e noventa de altura.

Desde os primeiros contatos nos corredores da teologia do Bennett, ouvir Ricardo passou a ser daqueles pequenos e bons prazeres que esta vida nos proporciona. Gosto da forma como Ricardo se coloca diante das grandes questões, sejam elas do campo teológico, político ou educacional. Mesmo quando discordo de seus pressupostos, me sinto arrastado pelos seus argumentos, dada sobretudo a clareza e limpidez de seu raciocínio.

A fala mansa e segura ilumina quaisquer porões de obscuridades. Se sua palavra nos conduz ao lusco fusco da duvida, isso se dá pela natureza dos assuntos tratados, jamais pela forma da sua linguagem. Nada há de empolado e complicado em seus escritos, o que faz ressaltar sua luminosidade, dado que as temáticas preferidas do jovem teólogo e pastor metodista nada têm de simplórias ou amarradas à opinião comum.

Entretanto, o que mais me encanta neste jovem ministro do evangelho, que, além das lides teológicas, vem impressionando pela sua incursão no campo educacional, fazendo história na cidade de Friburgo colaborando à frente de uma escola, é o seu bom humor. Ricardo é doutor neste quesito. O humor é tempero não só de seus escritos, mas de sua própria vida. E não me refiro aqui às estórias engraçadas que Ricardo saca da manga sempre que o ritmo da conversa vai ficando amarrado por mentiras ou verdades desprovidas de bondade. Ricardo nos comunica um bom humor pelo seu estilo de vida, que é tão explicito na leveza como convive com seus queridos. Confesso que me enche a alma de alegria esse jeito descomplicado, despojado e simples de viver, que é a vida de Ricardo, que em tudo lembra a dádiva da Graça, essa espinha dorsal da fé que professamos no Deus de Jesus.

 
 
 
 
 

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