A nobre tarefa de ser professor

Eu parto do princípio que o saber é sempre coletivo. Tenho certa dificuldade, inclusive, com ‘direitos autorais’. Tudo que criamos e produzimos é, em certo sentido, compartilhado na sua gênese. Todo mundo que ‘faz’ algo o faz a partir dos outros. Por isso, acho que deveria ser compartilhado também na sua finalidade; lá na vida concreta onde esse saber é desfrutado, como obra, como tecnologia, como arte, como qualquer coisa. Mas concordo também que há saberes especializados. E, mesmo que coletivos e colegiados, são saberes que requerem cuidado de quem se dedicou a fazer aquilo com esmero. E inspiram também respeito por seus profissionais. Médicos, engenheiros e advogados gozam desse espaço ao

Sobre o medo

O medo é um sentimento total. Com medo, é difícil perceber a realidade de modo equilibrado. É uma espécie de paralisia. E, em geral, o que se realiza durante os momentos de medo são mais re-ações que ações propriamente ditas. Sentimos medo por causa de alguma ameaça que se nos apresenta. Nesse sentido, o medo é benigno: ajuda a se protejer e, no extremo, a enfrentar. A natureza humana prece ter incorporado o medo como um componente de autodefesa e garantia da integridade. Por isso, como sensação, o medo é passageiro. Ou, pelo menos, deveria ser passageiro. Os problemas surgem quando o medo se torna permanente e sem uma razão de ser objetiva. Quando o medo deixa de ser reação e passa a ser ex

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